Por Igor Olandim
O IRB (IRBR3) hoje foi um dos principais respiros de um mercado que estava bem parado. O que sustentou essa alta de 3,59% (fechando a R$ 54,11) foi uma combinação de confiança dos grandes bancos e a expectativa real de que o “fantasma” do passado finalmente ficou para trás.
Aqui estão os três pontos principais que impulsionaram a empresa hoje:
O “Selo de Aprovação” do Citi
O Citi elevou o preço-alvo da ação de R$ 58 para R$ 60 e reforçou a recomendação de compra, classificando o IRB como uma de suas ações favoritas (top pick). O banco destacou que, embora o crescimento de prêmios (novos contratos) ainda seja um desafio, as margens de lucro estão melhorando porque os contratos atuais são de muito melhor qualidade do que os de anos anteriores.
Isso é o que mais brilha nos olhos do investidor agora. Existe uma expectativa forte, reforçada pelo Citi e pelo BTG, de que o IRB anuncie o retorno ao pagamento de dividendos já no primeiro trimestre de 2026.
A projeção inicial é de um payout (parcela do lucro distribuída) de 30%.
Como a empresa acumulou muitos créditos tributários nos anos de prejuízo, ela deve pagar menos imposto agora, o que faz “sobrar” mais dinheiro limpo para distribuir.
O consenso entre analistas do JP Morgan e BTG é que o processo de reestruturação (turnaround) está “essencialmente completo”. A empresa limpou a carteira de seguros ruins, reduziu custos e hoje opera de forma muito mais enxuta (com cerca de 350 funcionários).
A estimativa de lucro para 2026 está na casa dos R$ 600 milhões a R$ 630 milhões.
A solvência (capacidade de pagar compromissos) está em níveis confortáveis, acima de 200%, o que dá segurança para a operação.
Em resumo: O mercado parou de olhar para o IRB como uma “empresa de risco/fraude” e passou a vê-la como uma tese de dividendos e valor.
Quer saber mais sobre IRB?
Eu vou fazer um super estudo sobre a IRB.
Aguarde!!
Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.